O sistema planetário 41 Mbyja — mais antigo, maior e mais complexo que o nosso Sistema Solar.
Estrela de sequência principal, aproximadamente 5% maior que o Sol. O sistema se formou de uma nebulosa duas vezes maior que aquela que originou o Sol, o que explica a riqueza e variedade de planetas que o compõem.
A anã marrom que orbita a estrela principal. Magnas é esférica, orbita 41 Mbyja A e não possui nada em sua órbita — satisfazendo tecnicamente as definições de planeta, embora seja classificada como anã marrom.
Onze mundos que orbitam a estrela — cada um com sua própria história extraordinária.
O menor planeta do sistema e mais próximo da estrela principal — um pouco maior que Plutão. Não possui atmosfera nem luas. Sua história é marcada por uma colisão violenta no início do sistema: um sexto planeta rochoso colidiu com Collisa, arrancando sua crosta e manto. O planeta que vemos hoje é essencialmente apenas o núcleo primitivo que sobreviveu.
O maior planeta rochoso do sistema, com atmosfera razoável e superfície macia. Originalmente tinha o tamanho de três Terras; após absorver os detritos da colisão de Collisa, cresceu para o tamanho de cinco Terras. Foi Autolycus que capturou os destroços da explosão, impedindo-os de retornar a Collisa.
O terceiro planeta — onde esta história se passa. O único planeta com vida animal confirmada. Dois terços do diâmetro terrestre, com 90% de sua superfície coberta por oceanos. Possui anéis, uma lua (Khonsu) e 6 bilhões de anos de história evolutiva.
Ligeiramente menor que Neogeia, com atmosfera rarefeita. A curiosidade mais marcante é o seu "gelo quente" — não feito de água, mas de um material translúcido e pesado de origem desconhecida que se assemelha ao gelo, porém se comporta como rocha.
Semelhante a Cryosax, com uma lua e atmosfera levemente mais espessa. A descoberta mais fascinante do sistema: Xenares já abrigou vida! Fósseis revelam criaturas de três pernas com ossos de cobre e tentáculos no lugar da cabeça. Toda a vida foi extinta pelo Hiper Bombardeio de Asteroides Xenariano — um evento catastrófico que destruiu o solo, liberou monóxido de carbono e arruinou a atmosfera.
Primeiro planeta gasoso do sistema por ordem de distância, três vezes maior que Júpiter. Uma fornalha: efeito estufa extremo de CO₂ e metano faz o planeta ultrapassar 1.500°C, com plasma em torno do núcleo, o dando uma cor de tons vermelho-vivo, amarelo, preto e branco. A teoria mais aceita é que o bombardeio que extinguiu Xenares carreou matéria orgânica para asteroides que atingiram Zestus, gerando o efeito estufa.
O planeta com mais luas do sistema — exatamente 302. Originalmente o maior planeta do sistema (4 Júpiters), foi atingido pelos asteroides do bombardeio, que viraram luas. Aproximadamente 120 dessas luas têm condições teóricas para abrigar vida, mas nenhuma confirmação foi feita. Uma lua é famosa por ter mini vulcões do tamanho de um carro em erupção contínua. O planeta tem cores bege e amarela
Tamanho aproximado de Saturno. Sua atmosfera contém uma toxina letal de origem desconhecida. Uma teoria da conspiração que se tornou muito famosa (e no mínimo, audaciosa) é que bactérias alienígenas transportadas pelo bombardeio colonizaram a atmosfera, reproduziram-se, se extinguiram pela falta de recursos — mas deixaram para trás a toxina que produziram. Obviamente, existe até os dias de hoje, uma briga científica sobre como a atmosfera de Botulis tornou-se tão venenosa. Seu nome vem de uma bactéria terrestre real
Planeta gasoso com 235 luas e anéis imensos, formados por meteoros vindos do espaço sideral.Com uma cor azul profunda, é um dos corpos celestes mais visualmente imponentes do sistema.
Planeta gasoso com uma anomalia única: não orbita diretamente 41 Mbyja A, mas sim a anã marrom Magnas. Ainda assim, satisfaz os critérios de planeta por ser esférico e dominar sua órbita.
Tecnicamente uma anã marrom, mas classificada como planeta pois é esférica, orbita 41 Mbyja A e não há nada em sua órbita. É também a estrela anfitriã de Orbital. Uma das anomalias mais intrigantes do sistema.