O primeiro planeta conhecido a abrigar vida alienígena de tamanho animal — uma "Nova Terra" a 75 anos-luz.
41 Mbyja d, oficialmente conhecido como Neogeia, é um exoplaneta que orbita dentro da zona habitável a aproximadamente 75 anos-luz do Planeta Terra. Foi o primeiro planeta conhecido a abrigar vida alienígena de tamanho animal da história, tornando-se um dos maiores marcos da ciência humana.
É o terceiro planeta a partir da estrela de sequência principal 41 Mbyja e tem como Khonsu a sua única lua — um satélite de dimensões comparáveis à nossa Lua, formado há 6 bilhões de anos pelo impacto de um corpo celeste chamado Mut.
O planeta possui uma camada considerável de anéis que afeta diretamente as estações do ano. Esses anéis, porém, estão em processo de degradação há milhões de anos e desaparecerão completamente daqui a aproximadamente 5 milhões de anos.
O nome "Neogeia" tem raízes perfeitamente gregas: neos (Novo) e gi (Terra). Sendo assim, Neogeia significa literalmente "Nova Terra" — um nome que, apesar da semelhança superficial com o nosso planeta, mal arranha a profunda estranheza do mundo que descreve.
O adjetivo para um habitante ou elemento de Neogeia é "neogeiano".
A configuração atual dos continentes, oceanos e marcos geográficos de Neogeia.
A superfície de Neogeia é 90% coberta por água em estado líquido, o que obriga toda a massa continental a se comprimir em apenas 10% do globo. Os dois supercontinentes principais, Grand-Tukus e Grand-Guicha, dominam este pequeno espaço terrestre juntamente com dois continentes isolados.
A camada externa de Neogeia é dividida em placas tectônicas semelhantes às da Terra. As principais placas são:
Neogeia possui biomas exclusivos que não existem em nenhuma parte da Terra — desde florestas tropicais dominadas por árvores-fungos até desertos de quilômetros de extensão. O planeta possui calotas polares tanto no Polo Norte quanto no Polo Sul.
Vastas planícies cobertas pelos Patons — estruturas fotossintéticas alienígenas que se autoplantam lançando sementes com força.
Florestas compostas predominantemente por estruturas fúngicas de grande porte, com ecossistemas inteiramente únicos.
Extensões áridas de quilômetros, com fauna adaptada à escassez hídrica numa escala nunca vista na Terra.